
TUAREG
A gente Tuareg é a gente nômada predominante do deserto de Saara, pela maior parte nos alcances do Norte do Malí perto de Timbuktu e Kidal. Os Tuareg muitas vezes são tratados como 'os Homens Azuis do deserto' - porque os seus mantos são tingidos o índigo azul. Eles vivem em pequenas tribos com entre 30 e 100 membros de família e guardam camelos, cabras, gado e frango que esfolam a terra.
Eles são uma corrida orgulhosa da gente, famosa das suas capacidades de luta e obra de arte, agora fitando urbanisation e restabelecimento na cara.
A espada é a posse mais avaliada de um Tuareg. Muitos são passados da geração à geração e ditos ser protegidos pelas vitórias dos seus proprietários passados.
Papéis de família:
As mulheres processam o leite, fazem a manteiga, preparam peles dos animais, fazem a roupa e bedding da pele, reúnem a lenha e a água.
Os homens dirigem os animais tomam a responsabilidade de vender. Os homens tomarão camelos a cidades para vendê-los, voltando com o painço que eles usam como farinha para a criação de pão. Outras compras incluirão o açúcar e o chá. A maior parte de produções, contudo, são consumidas pela família
Nas últimas vezes os Tuareg estiveram abandonando o seu caminho nômade da vida e tomam estilos de vida em cima de sedentários. A seca e a política do governo estão ameaçando ao seu caminho tradicional da vida mas Tuaregs e as suas caravanas de camelo ainda aparecem inesperadamente no horizonte antes de derreter no deserto novamente.
ILHA DA PÁSCOA
Localizada entre o Chile e a polinésia francesa, a ilha de Páscoa - ou Rapa Nui - há muito que maravilha e intriga viajantes e historiadores, pelos extraordinários moai - as estátuas de pedra - que existem na ilha e que permitem que Rapa Nui viva, hoje em dia, quase exclusivamente do turismo. Uma viagem à encantadora ilha de Páscoa, território do Chile no Pacífico Sul.A população da ilha foi crescendo, tendo chegado a atingir entre 10 a 15 mil habitantes, um número muitíssimo superior ao que a ilha poderia suportar, tendo em conta que tem somente 180 quilómetros quadrados de superfície! Começaram a surgir invejas, ambições e lutas pelo poder. Muitos dos membros dos clãs que não detinham o poder começaram a insurgir-se contra o facto do poder estar sempre nas mãos das mesmas clãs.
O culto pelos manas manifestava-se essencialmente após a morte: quando um mana morria, o seu corpo era envolto em folhas de árvore e colocado num círculo de aproximadamente um metro de diâmetro, delimitado por pedras. Quando o corpo já estava decomposto, era lavado nas águas do mar e com os ossos eram feitos amuletos. O que sobrava dos ossos e do corpo e os instrumentos utilizados para o fabrico dos amuletos eram colocados num buraco e tapado por uma estátua de pedra vulcânica encarnada, tirada do vulcão Puna Pau, que representava, o mais fielmente possível, o mana - eis o início da construção das estátuas. Não vinham das mãos de extraterrestres, como o afirmam diversas teorias românticas, mas sim das mãos dos primeiros habitantes da ilha - esta que é a ilha habitada mais isolada do mundo, a quase 4.000 quilómetros da costa do Chile e a mais ainda do Taiti.

CULTURA EGÍPCIA
A cultura egípcia foi profundamente influenciada pela religião; principalmente a arte e arquitetura. Contudo, os egípcios, buscando soluções para problemas práticos, nos deixaram também um vasto legado científico.
Os egípcios de destacaram na arquitetura, pois sua crença na vida após a morte fez com que construíssem templos e pirâmides que deveriam durar eternamente.As pinturas e as esculturas eram, geralmente acompanhadas de inscrições hieroglíficas que explicavam as cenas ou figuras ali representadas.
A organização de um calendário foi necessária para determinar o início da cheia e das vazantes do rio Nilo. Pelo calendário egípcio, o ano era dividido em 365 dias e havia três estações: cheia, inverno e verão.
Na medicina, os egípcios conheciam varas doenças, praticavam operações, sabiam a importância do coração para a vida animal e conheciam a circulação sanguínea.
A religião egípcia baseava-se no politeísmo, com deuses em forma de animais (zoomorfismo) ou um misto de homem e animal (antropozoomorfismo). Geralmente, os animais de uma determinada região eram seus protetores: falcões, hipopótamos, crocodilos, leões, chacais protegiam, desde o período pré-dinástico, os diversos nomos. Rá era considerado o criador do universo. Amon era o protetor dos tebanos. Quando a capital do império passou a ser Tebas, os dois deuses tornaram-se um só, Amon-Rá.

CIVILIZAÇÃO MAIA
civilização Maia, muito provavelmente, foi a mais antiga das civilizações pré-colombianas, embora jamais tenha atingido o nível urbano e imperial dos Astecas e Incas. Provavelmente a primeira civilização a florescer no hemisfério ocidental, ocuparam a América Central por mais de vinte séculos e atingiram alto grau de evolução, no que se refere ao conhecimento de matemática e astronomia, capaz de sobrepujar as culturas européias da mesma época. Os ancestrais do povo maia foram, provavelmente, grupos mongóis que atravessaram uma faixa de terra entre a Sibéria e o Alasca, onde hoje é o estreito de Bering, há cerca de 15.000 anos, no final do pleistoceno.

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